A proximidade não se mede num mapa

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Algumas famílias vivem a 100 metros de familiares que não suportam, outras vivem a 5000 kilometros dos familiares com quem adorariam estar.

Independentemente da distância geográfica as relações familiares requerem um esforço da nossa parte.

A avó pode estar longe, mas adora um telefonema, e mais do que um telefonema, ela adora o desenho que o neto lhe pode enviar pelo correio.

Existem hoje muitas formas de estarmos juntos, sem que isso signifique termos de estar perto. Por outro lado também conseguimos estar perto sem termos necessariamente que estar juntos.

A ciência para a proximidade da boa família é simples, é deixar fazer parte, é querer saber, é partilhar, é visitar sempre que possível, é deixar que os avós estraguem um bocadinho os netos, que as tias sejam tias e que os primos possam crescer juntos, mesmo longe, conseguimos se quisermos, estar mesmo ali ao lado.

Ponham-se a caminho, ou ponham algo vosso a caminho, as cartas ainda existem sabiam?

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