Avós… só naqueles dias

Avós

Quando “legalmente” uma família acaba, tendencialmente tudo o que a compunha, as rotinas, as práticas e o dia-a-dia também terminam.

Linhas, acordos e assinaturas, tempo de qualidade com um progenitor, tempo de vida com o outro e os avós?

Num processo de divórcio, muitas das vezes existe um par de avós que sem serem responsáveis pelos novos dias, acabam também eles envolvidos numa separação emocional e dolorosa.

Lembre-se sempre que não precisa de amar os avós do seu filho, mas deve respeitá-los e isso implica respeitar o direito que o seu filho tem de crescer com a presença dos avós, de desfrutar o pouco tempo (é sempre pouco) de história que pela lei da vida avós e netos têm, o seu filho merece crescer a reconhecer o cheiro a bolachas da cozinha da avó ou do engodo dos anzóis que o avô o ensinou a fazer.

Os avós são fonte de abundância de amor incondicional e todas as crianças merecem ser tão amadas quanto possível e esse é um direito maior que a infantilidade dos adultos.

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