Todas as Famílias Conseguem

A convite da Espiga – Cooperativa de Solidariedade Social, estive no dia 9 de Dezembro em Sines, numa tarde de conversa informal com técnicas (que também são esposas, mães e filhas) das mais variadas áreas de intervenção em Sines, Santiago do Cacém, Santo André (se me estiver a esquecer de alguma geografia, perdoem-me).

Tenho de agradecer à Ana e à Carla, elementos de direcção da Espiga CRL pelo convite, pela hospitalidade, pelo carinho e pela motivação contínua em fazer mais e melhor.

Ao nosso grupo (de meninas) do workshop, muito obrigada pelo tempo que me dedicaram, sou-vos grata por me terem permitido dizer coisas “que sabemos mas não dizemos” e por termos encarado a maioria delas com a coragem de quem sabe que consegue “concretizar-se”.

Em jeito de balanço deixo-vos algumas das vossas (generosas) opiniões e palavras sobre a nossa experiência conjunta, optei por não colocar os comentários cheios de ternura e estima que me escreveram, esses, guardo-os na intimidade do meu coração:

“Três horas de uma longa viagem em nós, na nossa prática, nos nossos dias e na nossa família”.

“Motivador. Foi sobretudo motivador ouvir as suas experiências e visão, levo em mim ensinamentos e desarrumação mental que me farão chegar mais perto das pessoas com quem trabalho”.

“Nunca pensei que uma tarde pudesse pôr tanta coisa em causa e que me deixasse à cabeça à roda (…)Tal como a mensagem de Martin Luther King só o amor poderá mudar tudo e chegar finalmente a felicidade”.

“(…)As Famílias só estão verdadeiramente motivadas para a mudança se esta lhes fizer sentido e se for de encontro às suas expectativas e prioridades (…)obrigada pelo seu contributo e por nos fazer repensar e confirmar estas questões”.

“(…)Até nas nossas profissões, muita vezes falta-nos a motivação e inclusivamente chegamos ao final do dia com aquela sensação “ oh bolas, o meu trabalho não presta”. Há coisas fantásticas, o seu workshop veio no dia certo, em que precisava mesmo de uma palavrinha de força, mesmo sabendo que não era direcionada a mim, mas a “nós”.

“Gostei muito. Fiquei com muitos tópicos para reflectir..somos todos pessoas, técnicos ou famílias.. E os técnicos também tem famílias e nem sempre são perfeitas”

“(…)adorei esta experiência. Espero voltar a repetir”.

“(…)deu-me alguma esperança..de que tudo é possível”.

“O facto de sermos técnicos, não nos dá o direito de decidir pelo outro (…) deve trabalhar com famílias quem tenha a sabedoria e a sensibilidade de compreender os outros e ter na sua capacidade ajudar sem julgar”.

“(…)Vou com motivação e amor para dar”.

“(…)estamos em aprendizagem contínua”.

“(…)esta sessão vai nos fazer repensar a nossa forma de vida e a nossa missão como técnicos e pessoas comuns”.

“ Muito Bom! Se todos os técnicos conseguissem aplicar algumas coisas das que aqui foram faladas, teriamos certamente famílias muito mais felizes…todas as famílias conseguem”.

“(…)compensa sempre, quando ouvimos um obrigada”.

 

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